Os novos consumidores – dos produtos sustentáveis até calcinhas absorventes

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Você pode achar que esse título “forçou a barra demais”. Só que essa não é a ideia. A gente realmente quis chamar a sua atenção para o fato de que os novos consumidores estão cada vez mais preocupados com o meio ambiente.

Por isso, se você empreende deveria começar a ver esse público com esses olhos, mais ecológicos. Abaixo, a gente não tem tópicos que vai mostrar a vocês o que se deve fazer para ser uma empresa sustentável – até mesmo porque já fizemos isso antes.

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A ideia verdadeira aqui é que a gente quer ajudar você a entender esse novo mercado. Por isso, criamos tópicos curtos que vão ser totalmente noticiosos. Ou seja, são notícias reais sobre os novos hábitos de consumo, que vem desses novos consumidores.

A lei dos plásticos em São Paulo

Na cidade de São Paulo foi criada a lei que proíbe o fornecimento de copos, pratos e talheres de plástico. Desse modo, bares, restaurantes e supermercados não podem mais oferecer e nem comercializar tais itens.

Se você for até a cidade e encontrar tais itens, saiba que essa é uma lei que começará a vigorar em 2021. Mas, já foi criada, assinada e está valendo.

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Emily Ewell é da Pantys, especialista nesse assunto da sustentabilidade. Ela comenta que a partir disso a escolha da matéria-prima de tais matérias será mais rigorosa, focando naqueles naturais, reciclados, biodegradáveis, etc.

Os novos materiais alternativos

Ela ainda cita a inovação em outros produtos e materiais que vão começar a ser usados, como é o caso do poliéster e poliamida biodegradáveis e reciclados.

Ela também comenta sobre o fato de que os fornecedores estão pensando em “novos fios naturais”, que vão permitir novas funcionalidades para mais produtos no mercado. Obviamente, estamos falando de produtos sustentáveis agora.

A Pantys é considerada a primeira marca calcinhas absorventes do Brasil. Substitui completamente o uso de absorventes descartáveis por aqueles que dá para usar de novo. Isso gera mais de 500 de unidades economizadas, que seriam descartadas para os lixos.

O consumo de carne

Os novos consumidores também estão surgindo quando o assunto é o consumo de carne, que tem sido um tema importante em toda a indústria. Para isso, a gente vai falar aqui do Explicando o Futuro da Carne, que é um documentário gratuito disponível na internet.

Uma das falas mostra que o consumo excessivo de carne bovina fez com que a pecuária passou a exigir mais espaço físico com mais quantidade de água também, tornando-as insustentáveis.

O resultado é que tem pesquisas focadas no desenvolvimento de proteínas substitutas para quem não abre mão da carne – ou, ao menos, do gosto delas.

A preferência dos clientes

E como o assunto é sobre os novos consumidores e os novos hábitos deles, considere ainda a preferência que eles estão dando para os produtos que colaboram com o meio ambiente.

Por isso, fala-se tanto em materiais sustentáveis. Para empreendedores, isso começou a ter um grande impacto na experiência do consumidor final. Por isso, a escolha do uso de matérias-primas e até mesmo de serviços ecológicos é algo a ser levada em conta.

Não é raro encontrar empresas focando em oferecer apenas produtos que se decompõe em até 3 anos, no máximo. Para se ter uma base comparativa, saiba que geralmente, os tecidos de roupas levam até 50 anos para isso.

A obsolescência programada

O termo é conhecido em uma música de rock/pop nacional. Mas, na prática, foi um contraponto criado em 1932, que traz a ideia de que os produtos não estão sendo mais criados para durarem por muito tempo.

Mas, o motivo inicial não é a sustentabilidade e sim o maior lucro porque a pessoa terá que fazer uma nova compra em um período menor. Então, há uma crítica dos ativistas para que essa ideologia seja um pouco mais refletida e atualizada.

O conserto por conta própria

Agora, pensando nesses novos consumidores, a gente também pode citar aqui um dos assuntos de mais destaque no tema do meio ambiente que veio à tona no final do ano passado (2019). E foi capa do jornal Le Monde, da França.

O Senado desse país aprovou uma emenda que obriga os fabricantes a oferecerem aos consumidores informações simplificadas sobre a reparabilidade dos equipamentos elétricos. Ou seja, permitindo a eles consertarem por conta própria. Ou algo próximo disso.

A troca dos equipamentos

Do mesmo assunto, outra coisa é sobre a troca dos equipamentos de forma mais consciente. Afinal, a ONU diz que são mais de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico anualmente descartados nos lixões – o problema é que contém substâncias perigosas.

Então, dá para citar aqui a Trocafone, que trabalha no comércio de celulares usados. A ideia é simples: comprar aparelhos eletrônicos, faz uma atualização dele e revender. Isso ajuda a diminuir o impacto no meio ambiente e ofertar bons produtos a preços mais justos.

A digitalização

E não dá para terminar sem falar sobre a digitalização, que tem feito com que a impressão dos papéis fosse diminuída drasticamente. Isso vale, inclusive, para quem está pensando em empreender.

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Há diversos aplicativos que auxiliam nisso. Daqueles mais simples, que podem ser baixados de graça em vários celulares até mesmo os mais sofisticados, que auxiliam na gestão completa da empresa. Além do ponto positivo para o meio ambiente, isso também pode facilitar o processo.

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