Veja quais são as 5 falhas mais comuns em sites hoje em dia

Você já deve ter ouvido falar que é melhor prevenir do que remediar, certo? Parece um assunto que não tem nada a ver com o marketing digital, mas tem sim. Afinal, essa expressão também pode ser usada quando o assunto tem a ver com as falhas mais comuns em sites.

Por exemplo, se você encontra uma vulnerabilidade no seu site, o que você faz? Vai atrás de solucionar o problema, não é mesmo? No entanto, o que também é bacana de saber é que tem maneiras simples de evitar esses ataques cibernéticos, que podem acontecer de vários modos diferentes.

De todo modo, independente se o seu foco é solucionar ou prevenir, saiba que a gente fez uma matéria bem objetiva para que você entenda mais dessas falhas. Sendo assim, primeiro vamos falar daquelas que são mais comuns, depois da solução e da prevenção delas. Ficou curioso, né? Então, leia até o fim.

As 5 falhas mais comuns em sites

Sempre que a gente pensa em falhas digitais, a gente leva em conta a atuação de hackers, certo? No entanto, o que você ainda não saiba, talvez, é que há maneiras de impedir que esses usuários mal-intencionados causem problemas ao seu site. Porém, para saber o que fazer para essa prevenção, a gente tem que considerar as falhas e como são causadas. É isso o que faremos nos próximos 5 tópicos. Entenda!

1 – A autenticação falha

falhas mais comuns em sites
Foto: (reprodução/internet)

A gente até poderia começar por outra das falhas mais comuns em sites, no entanto, temos que considerar a importância dessa aqui. Saiba que a autenticação é um tipo de mecanismo comum de ser usado para impedir o acesso das pessoas não autorizadas em sites ou páginas.

O problema é que nem todos os sistemas que são usados são eficientes como deveriam ser. Então, o que isso significa? Na prática, saiba que os hackers podem identificar as falhas na hora dessa autenticação. A partir disso, eles acessam contas, senhas e informações sigilosas.

Aliás, por curiosidade, se você ainda não sabe muito desse mercado ou dos nomes, saiba que as autenticações são feitas, geralmente, com login e senhas. O problema está justamente no fato de que essas senhas, em boa parte das vezes, são previsíveis demais.

2 – Os ataques de injeção

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Foto: (reprodução/internet)

Esse nome também pode ser curioso ou novo para você. Mas, saiba que ele é bastante conhecido entre os especialistas em segurança cibernética. Logo, são métodos populares que os hackers usam para adentrarem em sistemas e obterem informações dos sites.

O que você tem que entender, aqui nesse ponto, é que todas as páginas precisam de informações de outros lugares para funcionarem. Sendo assim, essa alternativa pode trazer muita dor de cabeça para quem quer se proteger.

O motivo é um só: essa injeção de dados pode estar “mal-intencionada”. Logo, permite realizar comandos e acessar informações sigilosas dos sites, o mesmo que acontece na criação de autenticação falha. Um exemplo comum é o SQL Injection, conhecido mundialmente.

Aqui vale citar o cross-site scripting (chamado de XSS). Para quem nunca ouviu falar, saiba que se trata de um dos melhores exemplos de ataques de injeção. Curiosamente, até o ano de 2007, essa era a forma mais comum de ataque, que aconteceu através de scripts no front-end da pagína. Assim, o hacker acessava informações como cookies e mensagens.

3 – A exposição de dados sensíveis

falhas mais comuns em sites
Foto: (reprodução/internet)

A próxima das falhas mais comuns em sites que merecem atenção é sobre os dados dos consumidores. Ou seja, você precisa ter uma atenção redobrada nesse caso por um grande motivo: o seu cliente/consumidor/público precisa se sentir seguro para fazer a compra.

O melhor exemplo é sobre os dados e os números do cartão de crédito. Geralmente, ao finalizar uma compra no e-commerce, ele tem a opção de usar essa forma de pagamento. Sendo assim, para isso, precisará inserir as informações que estão lá.

Obviamente, o mínimo que esse consumidor espera é que aquela empresa onde ele está comprando seja segura o suficiente para armazenar os dados fornecidos. Por outro lado, é legal saber que uma das causas do vazamento de dados é a falta de proteção de dados.

4 – O redirecionamento inválido

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Foto: (reprodução/internet)

Esse tópico também é muito interessante de ser estudado. Afinal, a gente só precisa estar no lugar do usuário que acessa a página para entender. Sendo assim, imagine só que você entra em um site, o que você faz em seguida? Clica em alguma categoria, link ou endereço, certo?

Pois é, a partir disso, o que acontece é que hackers têm criado uma espécie de redirecionamento inválido. Mas, o que seria isso? É um link que leva o usuário para outra página que contém o malware ou algum tipo de vírus.

Dessa forma, nesse novo site, o usuário acaba ficando exposto mais do que deveria e, consequentemente, acaba sofrendo diferentes tipos de golpes cibernéticos ou ataques dos hackers. Logo, funciona como uma isca, mas uma isca muito bem-feita, por sinal.

5 – A configuração de segurança

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Foto: (reprodução/internet)

A gente acabou considerando esse aqui como um tópico interessante, que poderia até mesmo ser um grande resumo de tudo o que já falamos acima. De qualquer forma, nós optamos por listar como uma das falhas mais comuns em sites, já que merece a sua total atenção.

O que a gente quer dizer é que a grande maioria dos ataques digitais que acontecem hoje em dia se devem a falhas durante a construção de um site. Ou seja, ao fazer um site novo, se você tomar todos os devidos cuidados, essas falhas são evitadas em grande escala.

E o que seria tomar cuidado ao construir um site? É nada menos do que você fazer uma boa configuração dele, considerando os controles de segurança. Aliás, todos os controles de segurança que existem. Além de prestar atenção na implementação dos mecanismos.

Afinal, qualquer uma das falhas mais comuns em sites poderia trazer riscos para a sua página e para o seu usuário, o que não é legal em nenhuma hipótese.

Então, como identificar as falhas mais comuns em sites?

A gente conheceu, acima, as principais falhas que existem hoje em dia na maioria dos sites. No entanto, ainda não falamos sobre como descobrir sobre elas. Ou seja, como saber a vulnerabilidade dos sites, do seu site? Para isso, há um passo a passo, que vamos citar abaixo.

Os ativos

A primeira das dicas é sobre a identificação dos ativos. Aliás, esse é o primeiro passo para essa identificação de falhas. Logo, a ideia é simples: encontrar quais os ativos que são usados pela empresa que podem ser “infectados”. Assim, podemos considerar o servidor, os links externos e tudo mais que estiver na categoria de TI.

A varredura

Só que para saber desses ativos que podem estar infectados, você terá que fazer uma varredura nas páginas do site. No entanto, acalme-se. Se você pensou que precisará fazer isso individualmente, em cada uma das páginas, saiba que não. Hoje em dia, tudo pode ser feito automatizado, com ferramentas que identificam os riscos do site.

A classificação

O próximo passo, que vem após a varredura, tem a ver com a classificação das falhas ou dos vírus que estão no seu domínio. Afinal, é normal que muitas “vulnerabilidades” sejam encontradas. Assim, o mais importante é entender os níveis de cada risco. Logo, você poderá listar encontrando o problema mais grave.

Os problemas

Seguindo o passo a passo, agora é hora de corrigir os problemas. Para isso, é preciso reunir toda a equipe de TI e começar as correções. Uma boa dica é sempre se certificar de que os problemas foram, realmente, resolvidos.

Os testes

E como é que ficamos sabemos da correção dessas falhas mais comuns em sites? Fazendo testes. Inclusive, esse é o próximo passo. A gente chama isso de teste de invasão. Ou seja, é uma prática que tenta descobrir se há, ainda, vulnerabilidades nos sites ou em páginas especificas. O foco é um só: simular os ataques feitos por hackers.

As políticas

Por último, o que é recomendável é que todas as vezes você pense em ir além de identificar e corrigir as falhas. Ou seja, é hora de colocar em prática algumas políticas mais rígidas. Após isso, você já sabe: faça testes e mais testes. Afinal, o ambiente digital é muito dinâmico, sendo que sempre podem surgir novos problemas ou falhas.

Nesse caso, além da inclusão das políticas, lembre-se sempre de monitorar o site, evitando os novos riscos e que eles se tornem grandes problemas.

A dica final é: leve a sério essas falhas digitais

Se você leu o texto até aqui é possível que saiba da importância de reconhecer as falhas e solucionar esses problemas. No entanto, se você ficou com alguma dúvida, saiba que essa falta de cuidado poderia acarretar até mesmo a falência do negócio, do site.

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Ou, pelo menos, saiba que o seu negócio pode ser impactado de forma muita negativa. Só para citar dois desses problemas maiores, saiba que além dos prejuízos financeiros, você também poderia sofrer com a perda da credibilidade da sua marca, o que pode ser um prejuízo ainda maior.